| Xesús Alonso Montero, Jaime Moreda Santamaría, Cruz Martinez e Moncho Iglesias Míguez ( Fotos tiradas por Berta Iglesias Míguez) |
domingo, 22 de julho de 2012
Onte nas "NOITES POÉTICO-SUBVERSIVAS"
terça-feira, 17 de julho de 2012
Dezaoito na Galería das Letras do FestiGal
Martes 24 na Galería das Letras do Festigal
18:30: Presentación e recital de poesia: "18 (Dezaoito voces nunha antoloxía poética galego-portuguesa)!" coa participación de: Iolanda Aldrei, Alexandre Insua Moreira, Virgílio Liquito, Cruz Martínez Vilas, Jaime Moreda Santamaría e Rosanegra (Rosa Martínez Vilas)...
terça-feira, 10 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
"Na Voz do Regresso"
Por Aurelino Costa.
Excerto da carta de José Régio ao irmão Apolinário/ Cântico Negro.
Excerto da carta de José Régio ao irmão Apolinário/ Cântico Negro.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Ao acordar...
acedemos a um mundo paralelo
que necessitamos para viver
na nossa realidade individual
... ao despertar...
abrimos os olhos...cada vez que os fechamos ao exterior,
ao anexo da realidade
... ao verdadeiramente
falso mundo.....
esse,
que nos mantém entretid@s
nas horas mortas do dia,
quando não somos nós,
senão um produto viciado e desnaturalizado...
fruto do exterior...
da falsa colectividade.
Começamos a ser nós
quando abandonamos os nossos "deveres" quotidianos
nessa falsa realidade...
não natural...
não espiritual...
Donde os sentimentos
são marcados desde o exterior
com normas e moralidades alheias a nós mesm@s...
donde os sentimentos devem passar por um filtro
de olhos
estranhos
e aos que há que ajuntar também
uns comportamentos hipócritas
para parecer que estamos dentro.... do externo.
que necessitamos para viver
na nossa realidade individual
... ao despertar...
abrimos os olhos...cada vez que os fechamos ao exterior,
ao anexo da realidade
... ao verdadeiramente
falso mundo.....
esse,
que nos mantém entretid@s
nas horas mortas do dia,
quando não somos nós,
senão um produto viciado e desnaturalizado...
fruto do exterior...
da falsa colectividade.
Começamos a ser nós
quando abandonamos os nossos "deveres" quotidianos
nessa falsa realidade...
não natural...
não espiritual...
Donde os sentimentos
são marcados desde o exterior
com normas e moralidades alheias a nós mesm@s...
donde os sentimentos devem passar por um filtro
de olhos
estranhos
e aos que há que ajuntar também
uns comportamentos hipócritas
para parecer que estamos dentro.... do externo.
...
Fechamos os olhos
e sonhamos............
actuamos como queremos
mentras nos permitem fazê-lo....
justo antes da rotina...
justo antes de deixar de ser nós...
... e começar
a ser Eles...
QUEM ?
ELES ...... quem senão ??
Nolim Gonzalez
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Cenzo
Fun facer os mandados,
obrar,
que diría a miña avoa,
ela sempre tan fina.
Tócalle deporte,
novas do As.
Meu pai non afanou onte ningún rolo no traballo.
Marcos Pardo
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