sábado, 9 de agosto de 2014
Volvemos en setembro!
Estimad@ amig@, lembra que o Círculo Poético Aberto volve en setembro. Será o sábado 13 ás 22 horas, no Café Uf "Negra Sombra Blues" na rúa do Pracer nº19 en Vigo. Este é un espazo en galego, aberto á colaboración individual e colectiva do xenio creador. Anímate a participar e apunta esta data na túa axenda!. Contamos contigo!!.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
O JARDIM DE VERÃO
Quero ir lá, onde a rosa
cresce, ao jardim único
cercado
pelas reixas mais belas da terra,
em onde as estátuas a minha
mocidade recordam
como eu as recordo baixo a
água do Neva.
No
amplo silêncio, entre as grandes tílias,
ainda
me parece ouvir o ranger dos
mastros.
E o
cisne voga sempre através
dos séculos,
surpreendido
de ver o seu dobre no reflexo.
Dormem
o seu sonho eterno centos, milheiros de passos
de
amigos, de inimigos, de inimigos, de amigos...
e
jamais se conclui o desfile de sombras.
Desde
jarrão de pedra até as áureas portas,
lá é
onde murmuram as minhas doces noites brancas
acerca
do segredo de amor que alguém
me teve...
E tudo
tem o brilho de nácar e de jaspe
enquanto
a fonte guarda a sua luz caladamente.
Anna Ajmátova (1888-1966)
rosanegra
domingo, 6 de julho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Penelope in italiano
Un passo avanti e altro indietro, Galizia.
La tela dei tuoi sogni non si muove.
La speranza in tuoi occhi si risveglia.
Arano i buoi e piove.
Un soffio di navi molto lontane
ti schiaccia il sonno molle come un’uva,
ma ti involghi in lenzuole millenarie
e in sonni ascolti di nuovo la pioggia.
Riporterà qualche giorno la via
la gente spostata. Dio è lo stesso.
il solco va e viene, Gessù Maria!
e ogni cosa pagherà il suo reddito.
Spiovigginando i prati come sonno,
il Tempo va di Parga a Pastoriza.
Si soterra l’Autunno solco a solco.
Un passo avanti e altro indietro, Galizia!
(Ritengo che Xosé María Díaz Castro sia l’autore del migliore poema mai
scritto in galiziano, Penélope, del suo libro Nimbos (“Nembi”),
stampato a Vigo nell’anno 1961.
Non solo ho osato tradurlo all’italiano, ma ardisco di presentarti il
risultato (sono stato il primo a fare la versione italiana?). Ho
cercato di conservare la metrica (endecasillabi), ma la rima perfetta
dell’originale resta quasi rima (assonanza) nella mia versione.
Spero che l’autore –tradutore di mestiere- se fosse ancora in vita,
fosse indulgente con me.) Xoán
La tela dei tuoi sogni non si muove.
La speranza in tuoi occhi si risveglia.
Arano i buoi e piove.
Un soffio di navi molto lontane
ti schiaccia il sonno molle come un’uva,
ma ti involghi in lenzuole millenarie
e in sonni ascolti di nuovo la pioggia.
Riporterà qualche giorno la via
la gente spostata. Dio è lo stesso.
il solco va e viene, Gessù Maria!
e ogni cosa pagherà il suo reddito.
Spiovigginando i prati come sonno,
il Tempo va di Parga a Pastoriza.
Si soterra l’Autunno solco a solco.
Un passo avanti e altro indietro, Galizia!
(Ritengo che Xosé María Díaz Castro sia l’autore del migliore poema mai
scritto in galiziano, Penélope, del suo libro Nimbos (“Nembi”),
stampato a Vigo nell’anno 1961.
Non solo ho osato tradurlo all’italiano, ma ardisco di presentarti il
risultato (sono stato il primo a fare la versione italiana?). Ho
cercato di conservare la metrica (endecasillabi), ma la rima perfetta
dell’originale resta quasi rima (assonanza) nella mia versione.
Spero che l’autore –tradutore di mestiere- se fosse ancora in vita,
fosse indulgente con me.) Xoán
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Sonho madrigal
Vem Pámela!
Da me a tua delicada mão!
Vamos juntos...
Vagar pelo infinito.
***
Dou-te todo meu imortal amor.
Toda a minha sagrada...
Devoção por ti...
Prometo dividir...
Os meus segredos mais profanos contigo...
***
Mas vem Pámela! Vem comigo!
E vem agora...
Não percamos mais tempo.
Quero-te agora e para sempre...
***
Vem amor da minha vida!
Pois quero me perder no infinito...
Dos teus olhos verdes!
Perder-me nos teus trigais cabelos.
Quero passear pela infinitude...
Do teu ser imortal.
Descobrir-te por inteira...
Desvendar o teu ser, sem pressa
***
Vem comigo Pámela!
Vem agora...
Vem para o teu mais devotado amor...
Vamos ouvir juntos...
Os sons nevoentos do madrigal à noite...
Desaparecer na nevoenta noite outonal.
***
Vem Pámela! Vem agora!
Da me a tua delicada mão.
E o teu corpo imortal por inteiro...
Pois quero amar-te.
Sobre a luz da lua.
Descortinar teu ser imortal!
Pois quero ouvir os teus segredos
Mais sagrados...
***
Vem Pámela... Mas vem agora!
Vamos nos amar...
Da forma mais divina.
Vem comigo agora
Mas vem agora
Não percamos mais tempo
Pámela!
Samuel
da Costa é poeta em Itajaí
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Vídeos de Círculo Poético Aberto
Recitaron: Manuel Blanco, Manolo Pipas, Raquel Pazos, Iria Beltrán,
Henrique Dória, Virgílio Liquito, Alexandre Insua e Mário Vale.
Presentando "Xerografia em branco e negro" de Corpos Editora.
Cruz Martinez e Alexandre Insua Moreira.
Vídeo de Raquel Pazos Garrido, Intensidade.
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