domingo, 3 de abril de 2011

Filo-Café en Pontevedra

Autores dos cadros: Cruz Martínez, Wladimir Dragossán e Manoel Bonabal.
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Participaron: Virgílio Liquito, Concha Rousía, Carlos Vinagre, Iolanda Aldrei, Fernando Pérez Poza, Íria Bragado, Fernando Rodríguez, Dara Escribano, Simón Cabo, Carlos Silva, Anxo Rodríguez...

2 comentários:

  1. Nado Quase Morto

    Ah meninice, que
    Me encolhes,
    Nesta velhice.
    Que estado, este,
    Do Nado que nunca fora.
    Que para o
    Morticínio, me
    Incomodaram, incumbiram.
    Que vida,
    Encontrara,
    Que morte me
    Assediara, anunciara.
    Que bebé fruíra,
    Que velho me ciciara,
    Encontrara,
    Que bebé, eu nunca,
    Não sonhara?!

    V.L.
    Cruz, o muito obrigado pela participação no evento que levaste à "praça". E a todos que contribuíram para o seu êxito. Abraços/Beijos

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  2. Benquerido Virxílio, nós ficamos moi agradecidas pola túa presenza e poesía no Filo-Café. Muito obrigadas por estar connosco e por suposto a todas as persoas que nos acompañaron e fixeron posíbel un belo encontro da palabra e amizade. Beijos

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